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Com a palavra, os atletas

No primeiro dia de competições, eles contam como se prepararam e o que esperam dos Jogos da Fenae 2022

Do Amazonas, de Santa Catarina, do Rio de Janeiro, do Maranhão, do Distrito Federal, de todos os cantos do país. Não importa de onde venham, os atletas dos Jogos da Fenae 2022 se prepararam, com muita garra e dedicação, para representarem o seu estado no maior evento esportivo dos trabalhadores bancários do Brasil.

É o caso da aposentada Maura Brito, 60 anos, da Apcef Rio de Janeiro, que entrou na Caixa em 1989 e participa sempre dos jogos.  Mesmo com uma contusão na panturrilha que a impediu de pegar mais pesado, ela vem treinando há meses e, em maio, conquistou a medalha de prata no Tênis Feminino nos jogos dos aposentados, que foi realizado em Fortaleza (CE). “Minha expectativa é garantir a classificação para a fase final dos Jogos, mas só de participar de um evento dessa natureza e com essa qualidade na organização já vale a pena” afirmou. Ela ainda torce para o seu marido, que vai disputar o torneio master de Futebol Soçaite.

 

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Quem compartilha a mesma expectativa da veterana dos jogos é o estreante da Apcef/AM, Paulo Henrique Cabral, 30 anos, solteiro, que entrou na Caixa em fevereiro, na convocação dos PCDs. Uma lesão que lhe tirou a visão do olho esquerdo, aos 23, anos não impediu que ele continuasse a praticar futebol.  “Assim que soube que na Apcef havia um time de futebol resolvi me associar e foi a melhor coisa que fiz. Estou realmente impressionado com a qualidade do evento, a organização está de parabéns, sempre quis participar de uma disputa nacional e espero que o meu time se classifique para disputar a final”, ressaltou. Ele, que joga na defesa, manda um recado para os colegas: superar seus limites é possível para todos.

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Quem também se associou à Apcef Maranhão assim que foi contratado pela Caixa, há um ano e dois meses, foi Pedro Patrick, 30 anos: “os colegas da agência falaram dos benefícios de associar e não me arrependo”, garantiu. Como trabalha no interior do estado, na cidade de Chapadinha, a 260 km de São Luís, só treinou com os colegas aos fins de semana, mas acredita que o time está preparado para disputar uma vaga para a fase final. Casado e pai de uma menina de um ano e dois meses, o atacante elogiou a organização e a beleza da Apcef do Distrito Federal, ele que veio a Brasília pela primeira vez.

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E é pela Apcef do Distrito Federal que Jacqueline Vasconcelos, 36 anos, casada e há 12 empregada da Caixa, vai disputar uma vaga na final do Futsal feminino. “Treinamos bastante, tivemos bons resultados nos torneios regionais e esperamos conquistar o direito de passar à final, estamos confiantes”, afirmou ela, que espera representar bem a anfitriã do evento. Ela também enfrentou uma lesão na perna, mas está recuperada e confiante no treinamento.

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Ele já jogou profissionalmente em um time da segunda divisão do futebol catarinense e representará a Apcef Santa Catarina no Futebol Soçaite Master, mas diz que se precisar e faltar algum atleta também joga basquete, faz natação e corrida. Sydney Boscari, 57 anos, 11 anos de Caixa, casado, pai de dois filhos e avô de um neto (todos palmeirenses, faz questão de dizer) também se associou à Apcef e já de cara participou dos Jogos da Fenae em 2012, realizado em Vitória (ES). “Um evento como esse é fundamental para o congraçamento e troca de experiências entre os colegas e para também nos unir em torno de outras questões, como a defesa da Caixa e dos nossos direitos”, afirmou.

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Os jogos continuam nesta sexta-feira, 17, e mais de 1500 atletas disputarão as nove vagas em cada modalidade para a grande final dos Jogos, que será realizada em novembro em local a ser definido.

       

 

 

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